No Brasil, Shimada foi condenado por integrar um esquema de fraude eletrônica e lavagem de dinheiro contra o antigo Banco Votorantim, hoje BV. Além disso, ele é réu no caso Vai de Bet e Corinthians, que apura desvios de recursos do contrato de patrocínio entre o time e a casa de apostas. Apesar desses casos, o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, referência no combate ao PCC, afirma que o órgão não tem registro de ligação entre Shimada e a facção.

