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Uma das três pessoas baleadas durante um comício de campanha do então candidato Donald Trump em 2024, em Butler, na Pensilvânia, morreu na quarta-feira 23, por complicações causadas pelos ferimentos, de acordo com o procurador-geral do estado.
Jim Copenhaver, de 76 anos, faleceu em um hospital em Pittsburgh, também na Pensilvânia. Em uma publicação na plataforma Truth Social, Trump chamou o apoiador de “verdadeiro patriota americano”.
“Mais de dois anos atrás, em Butler, Pensilvânia, um atirador enlouquecido tentou sufocar nosso Movimento América em Primeiro Lugar. Em vez disso, Jim e tantos outros patriotas maravilhosos que amam nosso país, se uniram em defesa dos nossos valores compartilhados de Liberdade e Justiça”, disse Trump.
Republicanos da Câmara dos Representantes dos EUA também prestaram homenagem a Copenhaver nesta sexta-feira, 25. Em postagem nas redes sociais, os políticos disseram: “Jim suportou dificuldades inimagináveis com força e perseverança”.
Um comunicado da família divulgado na quinta-feira descreveu Copenhaver como um marido, pai e avô dedicado, que transmitiu aos filhos valores como trabalho árduo, integridade e serviço ao próximo.
O ataque
Copenhaver levou dois tiros, um no braço e outro no abdômen, durante o ataque contra o presidente americano em julho de 2024. Outros dois apoiadores, Corey Comperatore e David Dutch, também foram atingidos. Comperatore morreu ainda no local, enquanto Dutch sobreviveu.
Na ocasião, Trump chegou a levar um tiro de raspão na orelha, mas não sofreu ferimentos graves. O atirador, Thomas Crooks, de 20 anos, foi morto pelo Serviço Secreto logo após abrir fogo.
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Em uma entrevista à CBS um ano após o comício, Copenhaver e Dutch disseram que contraíram infecções e precisaram passar por cirurgias devido aos ferimentos. Copenhaver explicou, naquela época, que a bala ainda estava alojada em seu corpo, ao lado da coluna, o que limitava seus movimentos e o fazia depender da ajuda de uma bengala para andar.
Tanto Dutch quanto Copenhaver processaram o governo federal por danos em junho, argumentando que o Serviço Secreto não garantiu sua segurança e, portanto, era responsável por seus ferimentos.

