O pai da bebê Helena, de 10 meses, que morreu na última segunda-feira (13) em Fortaleza, voltou a falar publicamente sobre a perda da filha. Em entrevista ao programa Cidade Alerta, ele descreveu o sofrimento enfrentado desde o crime, afirmou que ainda tenta lidar com a tragédia e fez um apelo para que os responsáveis sejam punidos.
(Foto: Reprodução/Redes sociais)
Durante a entrevista, o pai da bebê afirmou que ainda possui poucas informações sobre o caso e disse que espera obter novos esclarecimentos após prestar depoimento às autoridades, acompanhado por um advogado.
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Visivelmente abalado, ele relatou que a morte da filha mudou completamente sua vida e descreveu o momento como uma dor impossível de explicar.
“Minha vida acabou, minha vida acabou”, disse o pai da bebê.
Ele também afirmou que as informações recebidas até agora são contraditórias, já que diferentes versões sobre o caso foram apresentadas ao longo da investigação.
Notícia durante viagem
Erisvaldo contou que recebeu a notícia da morte da filha enquanto voltava de uma viagem, no mesmo dia em que o crime ocorreu. Segundo ele, a ligação foi feita pela mãe da bebê, que, naquele momento, acreditava que a criança tivesse morrido por asfixia.
Ainda muito abalado, o pai relatou que entrou em desespero ao receber a informação e passou a procurar respostas com familiares. No entanto, as versões iniciais eram semelhantes e apontavam apenas para uma possível asfixia acidental, sem qualquer menção ao que realmente havia acontecido.
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Crime envolvendo bebê Helena é investigado
O caso ocorreu na manhã da última segunda-feira (13), no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, onde uma bebê de apenas 10 meses morreu após dar entrada em uma unidade de saúde. A principal linha de investigação aponta que a criança pode ter sido vítima de violência sexual.
Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a menina chegou a ser socorrida, mas não resistiu. A causa oficial da morte ainda depende da conclusão dos exames periciais.
Durante as investigações, dois homens suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca) para prestar depoimento e tiveram a prisão preventiva. A Polícia Civil segue apurando as circunstâncias do caso e aguarda o resultado do laudo pericial, que deverá esclarecer a causa da morte e contribuir para o andamento da investigação.
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