A Fraternidade Judaica de Alunos da Universidade de São Paulo (USP) anunciou os homenageados de sua próxima premiação bienal de Direitos Humanos, cuja cerimônia será realizada em março de 2027.
A iniciativa reconhece personalidades cujas trajetórias têm contribuído de forma significativa para a promoção dos direitos humanos, da justiça, da cultura de paz, do diálogo entre as nações e da valorização da arte.
Entre os nomes de maior destaque desta edição estão o advogado Daniel Leon Bialski, referência nacional na advocacia e liderança da comunidade judaica brasileira, e André Lajst, presidente executivo da StandWithUs Brasil, reconhecido por sua atuação em defesa da educação, do combate ao antissemitismo e da promoção do diálogo internacional.
Na categoria Ética e Inspiração para as Novas Gerações, serão homenageados o ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); Daniel Leon Bialski; e o professor Vahan Agopyan, ex-reitor da USP e ex-secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo. Já na categoria Cultura de Paz e Diálogo entre Nações, receberão a homenagem André Lajst e a professora Maristela Basso, especialista em Direito Internacional e docente da Faculdade de Direito da USP.
A premiação também reconhecerá personalidades da magistratura, da academia, da sociedade civil e das artes, reafirmando o caráter plural da iniciativa. Segundo Ana Beatriz Prudente Alckmin, presidente da Fraternidade Judaica de Alunos da USP, a escolha dos homenageados busca valorizar trajetórias que dialogam com os desafios contemporâneos da democracia e da convivência entre diferentes.
“Esta premiação nasce do compromisso da Fraternidade Judaica de Alunos da USP com a defesa da dignidade humana, da liberdade e do diálogo entre os povos. Ao homenagear lideranças como Daniel Bialski e André Lajst, reconhecemos pessoas que transformam princípios em ação concreta e que inspiram as novas gerações a construir uma sociedade mais justa, plural e comprometida com os direitos humanos”, afirma Ana Beatriz Prudente Alckmin.

