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Anthony Fauci, o tirano covarde

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Anthony Fauci foi o assessor especial da presidência dos Estados Unidos que conduziu toda a resposta à pandemia de Covid-19. Na semana passada, ele compareceu a uma audiência pública no Congresso dos Estados Unidos. Seu diário do período da pandemia foi revelado, e nele se viram registros de dúvidas quanto à eficácia da vacina. Também havia relatos de seu empenho para que essas dúvidas não fossem tornadas públicas, permanecendo escondidas para não prejudicar a defesa da obrigatoriedade da vacina. Mais: viu-se, nas suas notas, o registro da arrogância e da vaidade de um homem deslumbrado com a fama instantânea.

Para absolutamente todas as perguntas que lhe foram feitas na audiência, Fauci deu a mesma resposta: “por aconselhamento do meu advogado, eu respeitosamente declino de responder com base nos meus direitos sob a Quinta Emenda da Constituição”. Respondeu isso 111 vezes. A Quinta Emenda é a que estabelece o direito de não se autoincriminar – semelhante ao que temos no Brasil, com a lógica de que “ninguém pode ser obrigado a produzir prova contra si mesmo”.

Fauci já tinha recebido de Joe Biden o “perdão presidencial”, uma espécie de imunidade por tudo que tinha feito durante a pandemia (na verdade, desde 2014). Ou seja, nada do que respondesse teria efeito real sobre sua pessoa – uma oportunidade excelente de dizer a verdade e servir, enfim, a “ciência”.

Com base nas “certezas da ciência” que Fauci vociferava, governos atropelaram direitos constitucionais, estabeleceram medidas de exceção, impuseram restrições ilegais, calaram quem divergiu