Redação Tribuna do Norte
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Quando foi exibido aqui em Natal pela primeira vez, em 1962, “Hiroshima Meu Amor” foi aplaudido e aclamado por todos nós, tido e havido como um filme além das referências cinematográficas, além de uma simples experiência.
A crítica natalense da época ficara entusiasmada com a grandiosidade da ocasião, pois, não era à toa que, a fita de Alain Resnais (do também grandioso “O Ano Passado em Marienbad”, exercício expressionista sobre o tempo e a memória, com roteiro de Alain Robbe Grillet) aparecia nas listas que fazíamos para indicar esse ou aquele melhor filme do ano.
Elogios, somente elogios, nós, particularmente, também, claro, participando e elegendo “Hiroshima Meu Amor” como o evento daquele longínquo 1962. Foi uma verdadeira epopeia quando aquela câmera irrequieta do cineasta se desdobrava em incursões de um lado para o outro.
E fazia os mais sensíveis curvarem-se ante belíssimos ângulos, notadamente quando o seu realizador mostrava um sentimento absoluto entre os dois protagonistas principais(…).
Passados agora mais de quarenta anos revelou-se que a fita de Resnais, que seria posteriormente conhecido como “o cineasta do tempo e da memória”, – para a alegria nossa e da turma iniciante/adolescente (sic) – não envelheceu.
Pelo contrário, continua a ser, além de um verdadeiro libelo contra a guerra (e aí, parece-nos que a sociedade americana não avançou na conscientização de seus pares, visto a saga belicista continuar devastando inteligências e sensibilidades), um belo hino de paz e amor. Mesmo sem a ostentação paixão da época inicial e pautado, sobretudo, no amadurecimento crítico (…).
É uma fita belíssima, sensual, provocante, que marcou e certamente marca a História do cinema francês, do cinema de um modo abrangente.
Um canto para a posteridade. (BENÉ CHAVES).
A Primeira Década do Oscar – 1931/1932 – (5).
Filmes lançados em Los Angeles no período de 1º de agosto de 1931 a 31 de julho de 1932.
A cerimônia ocorreu no Ambassador Hotel, em 18 de novembro de 1932. O ator Lionel Barrymore foi o Mestre-de-Cerimônias.
Os filmes indicados: Grande Hotel (Vencedor), de Edmund Goulding. Médico e Amante, de John Ford. Depois do Casamento, de Frank Borzage. O Campeão, de King Vidor. O Expresso de Shangai, de Josef Von Sternberg. Sede de Escândalo, de Mervyn LeRoy. O Tenente Sedutor e Uma Hora Contigo, ambos de Ernst Lubitsch.
Dicionário dos Filmes Inesquecíveis – (2).
INTOLERÂNCIA, 1916, EUA. Produção e Direção: David W. Griffith. Elenco: Mae Marsh, Robert Harron, Howard Gaye, Olga Grey, Eugene Palette, Constance Talmadge, Elmerv Clifton. Participação especial: Lillian Gish (a mulher do berço de Jesus).
Um filme à frente do seu tempo. A narrativa, inovadora, complexa, confundiu o público, gerando estrondoso fracasso de bilheteria. A história, dividida em quatro episódios, unidos e separados pela montagem, tem como tema a intolerância em épocas diferentes. O épico dos épicos do cinema mudo americano.
Leis Sancionadas pelo Legislativo do RN.
Lei Ordinária 12.160 de 09.05.2025 – Reconhece como Patrimônio Cultural, Histórico e Religioso Imaterial o Coral de Santa Rita de Cássia, da Paróquia de Santa Rita de Cássia, no município de Santa Cruz.
Academia dos Atores Imortais do Cinema Mundial – (1).
Primeira Parte: somente atores do cinema americano e inglês.
CHARLES CHAPLIN (1889 – 1977). Estreia: janeiro de 1914. “Carlitos Repórter” (curta-metragem).
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