O presidente brasileiro Lula da Silva (PT), que pediu para ir ao evento, foi ironizado e desdenhado pelos presidentes das potências reunidas no G7 na França. Realizado num resort à beira de um lago em Évian-les-Bains, o encontro serviu para mostrar a Lula e ao mundo que o governo do petista força a barra para que ele seja reconhecido na turma, a despeito de a potência econômica do Brasil merecer destaque.
Segundo relatos sigilosos de três servidores e diplomatas, o presidente do G7, o líder francês Emmanuel Macron, teve de se explicar aos ouvidos dos presidentes Donald Trump (EUA) e da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, o que Lula fazia ali. O brasileiro, que usa o evento como vitrine eleitoral, foi ignorado por Trump até em tentativa de aperto de mão na foto oficial. Lula acabou encaminhado por um funcionário à outra ponta para o registro da imagem. O desdém e risos amarelos dos líderes foram o coroamento da vergonha alheia.
Forças Armadas em Roraima
O cenário ferve em Boa Vista (RR) e região. Com tantos venezuelanos e cubanos nas ruas – muitos ainda ilegais – e o povo com um olho na Copa e outro na urna, o presidente Lula da Silva autorizou o emprego das Forças Armadas como apoio logístico nas eleições suplementares de Roraima no domingo. Assinou o Decreto 13.028 para isso ontem.
Turma do estágio
A mesa do Senado adiou a votação do PL 6461/19, que cria o Estatuto do Aprendiz. A medida preocupa entidades do setor, que alertam para impactos em cerca de 500 mil contratos de aprendizagem ativos. Para o CEO do CIEE, Humberto Casagrande, o atraso compromete ações de inclusão social, combate à evasão escolar e preparação de jovens para o mercado. O projeto aguarda análise dos senadores.
Dinheiro em alto-mar
Num Brasil que depende muito ainda de hidrelétricas (e das chuvas!) para crescer energeticamente, o mundo passou a ver com olhos mais atentos o potencial do país em alto-mar. A Coalizão Eólica Marinha (CEM), única associação brasileira dedicada exclusivamente ao desenvolvimento da energia eólica offshore, anunciou a entrada do World Forum Offshore Wind (WFO) em sua governança institucional.
Emprego
Pesquisa online da Serasa Experian com 1.733 pessoas mostra que 32,3% dos profissionais do país querem mudar de emprego. Já 29,5% buscam evolução dentro da empresa atual. O levantamento revela que 63% esperam dar o próximo passo na carreira em até um ano. A falta de oportunidades (31,2%) e de qualificação (19,5%) ainda aparece como os principais obstáculos para o crescimento na carreira.

