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A Polícia Civil desmantelou um plano meticuloso para realizar um ataque contra candidatos à Presidência da República no segundo turno das eleições de 2023. A operação, que resultou na emissão de mandados de busca e apreensão em diversos estados, identificou um grupo que planejava utilizar explosivos em prédios públicos, com foco no Palácio do Planalto.
O núcleo da operação foi no Rio Grande do Sul, onde um dos suspeitos, localizado em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, era parte de um esquema maior que se comunicava por redes sociais secretas na Deep Web. Os envolvidos tinham entre 19 e 31 anos e são suspeitos de associação criminosa, incitação ao crime e apologia ao crime de racismo.
As investigações revelaram que os membros do grupo estudavam a estrutura de importantes edifícios governamentais e chegaram a compartilhar a planta baixa do Palácio do Planalto. A intenção era realizar um atentado durante um debate entre os candidatos finalistas, colocando explosivos no local onde o evento ocorreria.
Além do Rio Grande do Sul, a operação policial se estendeu a outros estados, incluindo São Paulo, Pernambuco, Paraná e Santa Catarina, onde foram cumpridos oito mandados. As ações da Polícia Civil foram fundamentais para impedir um possível ataque que poderia ter graves consequências para a segurança pública e a estabilidade política.

