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os temas que precisamos ver debatidos na campanha

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Qual seria o seu candidato a presidente dos sonhos? Que campanha eleitoral você gostaria de ver, a partir do dia 16 de agosto? Infelizmente, ainda não teremos uma campanha baseada no debate de ideias e propostas. O Brasil ainda está longe disso… Mas os eleitores já podem dar o primeiro passo na direção de discussões verdadeiramente construtivas nos nossos processos eleitorais. Para isso precisam entender imediatamente que honestidade não é uma qualidade, mas um pré-requisito básico para qualquer candidato a um cargo político. Gente desonesta deve ser escanteada de cara, de antemão. Também é fundamental que os eleitores estejam preparados para não cair em discurso que envolve assistencialismo, populismo, benefícios dos mais variados, tudo “de graça”, quando se sabe que não tem nada grátis nesse mundo.

Sim, um dia, eu acredito, teremos de verdade um confronto de planos de governo… Por exemplo, como melhorar o ensino nesse país, que gasta uma fortuna com universidades, muito mais do que investe no ensino fundamental e médio… Um país que despeja dinheiro em teses de mestrado e doutorado sem sentido, absurdas, risíveis, que não prestam para nada, só como instrumento de decadência e destruição. Um país que não privilegia o ensino técnico, que enche o currículo escolar de baboseiras, que permite a lavagem cerebral dos alunos, que forma mal seus professores… Um dia, também teremos de verdade um debate sobre o SUS, que está longe, muito longe de ser a maravilha que a turma do Lula vende por aí. Se fosse, essa gente não correria para hospitais e consultórios particulares, toda vez que precisasse de atendimento médico.

Só merece voto candidato que se compromete com a luta por justiça, com a anulação de todos os atos – todos – de perseguição política

Se ensino e saúde estarão sempre entre os temas principais de qualquer discussão política, na eleição deste ano há três assuntos que merecem atenção especial dos eleitores. Porque deles depende a solução, de certa forma, para todos os nossos problemas. E, nessas pautas, como de costume, Lula está do lado errado. É culpado direto pelas atrocidades ou cúmplice primordial. Com o petista, é sempre assim, seja qual for o tópico. Então, que fique claro: só merece crédito o candidato que reconhece que o Brasil foi tomado por uma tirania. Só merece voto candidato que se compromete com a luta por justiça, com a anulação de todos os atos – todos – de perseguição política… Aquele que deixa claro que vai fazer de tudo para que o país volte a respeitar as leis, a ter liberdade… E isso passa, necessariamente, pela abertura de processos de impeachment de ministros do Supremo. Quem ignora essa questão deve ser descartado pelos eleitores.