O material despejado sobre o estudante de aviação Gustavo Henrique Lara, 27 anos, que morreu na noite de quinta-feira, durante um chamado “banho de óleo” – prática de batismo na formação de pilotos – em Ponta Grossa, no Paraná, seria um óleo de motor de aeronave que já havia sido utilizado. A informação foi confirmada pelo delegado Lucas Petry à CNN Brasil.
De acordo com as primeiras investigações, o jovem apresentou um quadro de choque anafilático e parada respiratória minutos após o banho com a substância.
O delegado Lucas Petry, à frente das apurações, disse que as testemunhas no local, entre elas a própria vítima e um instrutor, relataram um “cheiro muito estranho” vindo do produto. Ainda não foi determinado, segundo o delegado, o volume total de óleo despejado.
A partir desses elementos, os investigadores seguem duas frentes de trabalho, segundo informações da CNN. Uma delas considera que Gustavo tenha tido uma resposta alérgica intensa e letal ao entrar em contato com o produto.

