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o que está por trás do procedimento

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Por: Luciana Maluf

Se você acompanha o universo da estética, provavelmente já ouviu falar dos fios de PDO (polidioxanona). Eles deixaram de ser um assunto restrito aos consultórios e ganharam espaço nas redes sociais — especialmente depois de aparecerem em tratamentos de celebridades internacionais.

Mas, por trás da fama, existe a ciência. E, principalmente, a indicação correta!

Os fios de PDO são absorvidos pelo organismo e têm como principal função estimular a produção de colágeno. E isso faz toda a diferença, porque é justamente o colágeno que começamos a perder ao longo dos anos — um processo natural, mas que impacta diretamente na firmeza da pele. É aí que surgem sinais como flacidez, perda de contorno facial e os sulcos que tanta gente deseja suavizar.

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Imagem: Reprodução

O interessante é que não existe apenas um tipo de fio. Há fios lisos, que trabalham mais a qualidade da pele, e fios com pequenas estruturas de tração, que ajudam a reposicionar os tecidos superficiais e melhorar o contorno do rosto e do pescoço, principalmente.

O resultado não é imediato no sentido artificial — e isso é um ponto positivo. Ele acontece de forma progressiva, acompanhando o estímulo de colágeno, geralmente percebido ao longo dos primeiros meses.

Na prática, é um procedimento tranquilo, realizado em consultório, com anestesia local (portanto, sem dor!). E, quando bem indicado, costuma ter uma recuperação rápida, com poucos dias de cuidados mais específicos.

Entre eles, evitar movimentos excessivos do rosto, optar por uma alimentação mais leve nos primeiros dias e não dormir de lado logo após o procedimento.

Mas talvez o ponto mais importante seja outro: não existe idade exata para começar — existe o momento da pele.

Embora seja comum a indicação a partir dos 30 anos, quando a produção de colágeno começa a desacelerar, fatores como genética, estilo de vida e hábitos diários influenciam muito mais do que o “número no documento”.

Exposição solar excessiva, estresse, noites mal dormidas, alimentação desregulada e tabagismo são exemplos claros de como o envelhecimento pode ser acelerado.

E é justamente por isso que tratamentos como os fios de PDO não devem ser vistos como tendência, mas como estratégia.

Sim, procedimentos como o famoso “Fox Eyes” ajudaram a popularizar a técnica. Mas o uso dos fios vai muito além disso — podendo ser aplicado também em áreas como colo, abdômen e outras regiões que sofrem com a flacidez.

No fim, o objetivo não é mudar o rosto. É acompanhar o tempo com mais inteligência!

Porque envelhecer faz parte. A forma como fazemos isso, não precisa ser ao acaso.

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Imagem: Divulgação

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