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Influenciadora é morta a tiros após denunciar marido por pedofilia

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A influenciadora norte-americana Sara Duffey, conhecida nas redes sociais como Sara Gilson, foi morta a tiros aos 43 anos em Collinsville, no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos.

De acordo com as autoridades, o principal suspeito do crime é o marido da vítima, Jeremiah Shawn Duffey, de 48 anos, dias após ela publicar um vídeo nas redes sociais em que o acusava de supostos em crimes de pedofilia.

Influenciadora que acusou marido de pedofilia é assassinada

Influenciadora que acusou marido de pedofilia é assassinada (Foto: reprodução)

As suspeitas contra Jeremiah Shawn Duffey surgiram após um treinador de basquete juvenil afirmar ter presenciado o homem beijando e acariciando uma adolescente de 15 anos. Depois do episódio, a jovem relatou à mãe que vinha recebendo mensagens consideradas inapropriadas enviadas por ele.

De acordo com as denúncias, entre os conteúdos estariam convites para que a adolescente fosse ao quarto de hotel onde Jeremiah estava hospedado durante uma viagem. As acusações também apontam que ele teria oferecido dinheiro à jovem em uma tentativa de convencê-la a não revelar o ocorrido.

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Influenciadora expôs acusações

No início de julho, Sara Gilson tornou públicas as acusações feitas contra o marido ao publicar um vídeo no TikTok. Na gravação, a influenciadora aparece em tom sério e afirma ter descoberto que o então companheiro seria alvo de denúncias relacionadas a crimes de pedofilia, indicando que o casal já enfrentava um processo de separação.

A influenciadora Sara Duffey, de 43 anos

A influenciadora Sara Duffey (Foto: reprodução)

“Me preparando para o lançamento do documentário da Netflix sobre meu futuro ex-marido, que acabei de descobrir ser pedófilo”, escreveu a influencer na legenda.

Antes da publicação, Sara já havia recorrido à Justiça. Em 10 de junho, ela solicitou uma medida protetiva alegando temer pela própria segurança. No pedido, afirmou que Jeremiah possuía uma arma de fogo, fazia ameaças de tirar a própria vida e apresentava comportamentos considerados instáveis.

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Na mesma data, a mãe da adolescente que denunciou o homem também pediu proteção judicial para impedir qualquer aproximação entre ele e a filha.

As investigações continuam em andamento, mas, segundo a polícia, os indícios apontam que Jeremiah matou Sara antes de tirar a própria vida.

Equipes de emergência foram acionadas após moradores da região relatarem gritos seguidos por disparos de arma de fogo durante a noite. Ao chegarem à residência, os agentes encontraram o casal sem vida e iniciaram os procedimentos para esclarecer a dinâmica do caso.

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