Príncipe Harry encerrou uma semana de intensa exposição pública de uma forma inesperada: falando de futebol com seu amigo, o apresentador James Corden. No programa especial da Fox após a final da Copa do Mundo, o duque de Sussex analisou a eliminação da Inglaterra para a Argentina e atribuiu a derrota à “mentalidade” do time, que, segundo ele, recuou depois de abrir 1 a 0 em vez de acreditar que poderia ampliar a vantagem.
Harry também corrigiu Corden por chamar futebol de “soccer”, contou que chegou a jogar no primeiro time na escola preparatória antes de cair para o modesto time E e participou da brincadeira sobre os “Harrys” britânicos, colocando Harry Styles em primeiro, Harry Kane em segundo e empatando consigo mesmo com Harry Potter em terceiro.
A aparição chama a atenção porque Harry nunca foi o grande apaixonado por futebol da família, papel historicamente ocupado pelo irmão William, torcedor assumido do Aston Villa e ligado institucionalmente ao esporte.
Foi apenas o capítulo mais recente de dias movimentados. Em um podcast, Harry se definiu como “pai em tempo integral”, veterano, “príncipe da Inglaterra” e duque, embora “príncipe da Inglaterra” não seja seu título formal e sua principal titulação seja Duque de Sussex. Depois, apareceu no TIME100 Sports Gala, onde afirmou que o rei Charles estava “muito bem”, e anunciou que os Invictus Games chegarão pela primeira vez à Ásia em 2029, na Coreia do Sul. Em todas as aparições, chama a atenção que não estava acompanhado da esposa, Meghan Markle.
Para alguém que se apresenta como pai em tempo integral, Harry mantém uma agenda pública impressionante. Entre podcasts, eventos, anúncios para daqui a três anos e até comentários sobre futebol, é difícil negar que uma de suas ocupações mais constantes continua sendo permanecer em evidência.

