Por Ana Claudia Paixão – via MiscelAna
O príncipe Harry e Meghan Markle voltarão ao Reino Unido em julho acompanhados dos filhos, Archie, de sete anos, e Lilibet, de cinco. A informação foi confirmada pela BBC e pela Sky News, que afirmam que a viagem acontecerá durante os eventos que marcarão a contagem regressiva de um ano para os Invictus Games de Birmingham, previstos para 2027.
Será a primeira vez em quatro anos que os filhos dos duques de Sussex estarão em território britânico. Archie e Lilibet não visitam o país desde as comemorações do Jubileu de Platina da rainha Elizabeth II, em 2022, ocasião em que também foi a única viagem da caçula à terra natal do pai.
A visita representa uma mudança importante na posição do príncipe Harry. Após perder, em 2025, a batalha judicial para recuperar a proteção policial permanente no Reino Unido, o duque chegou a afirmar publicamente que não conseguia imaginar um cenário em que voltaria ao país com a esposa e os filhos. Segundo a Sky News, porém, Harry recebeu garantias de que haverá supervisão adequada de segurança durante a estadia.
Ainda não há confirmação sobre um possível encontro entre as crianças e o rei Charles III, que continua em tratamento contra o câncer. O monarca não vê os netos desde 2022 e uma reunião seria interpretada como mais um sinal do lento processo de aproximação entre pai e filho, que voltaram a se encontrar pessoalmente em setembro do ano passado.
Mas, se a relação entre Charles e Harry parece ter entrado em uma fase menos turbulenta, o mesmo não pode ser dito sobre a distância entre Harry e o príncipe William. Os irmãos continuam afastados desde a série de revelações feitas pelos Sussex em entrevistas, na série da Netflix e nas memórias do duque, Spare.
Por isso, a presença de Archie e Lilibet no Reino Unido promete fazer mais do que aproximar avô e netos. A expectativa sobre possíveis encontros — ou a ausência deles — com os primos George, Charlotte e Louis deve reacender as comparações entre Sussex e Wales e transformar as próximas semanas em mais um capítulo da guerra silenciosa que há anos domina as manchetes da monarquia britânica.

