Redação Tribuna do Norte
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16h08


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, se manifestou sobre o atentado contra o vereador Cabo Deyvison em Mossoró, no Oeste Potiguar, classificando o episódio como um ato de terrorismo. Em publicação nesta terça-feira (16), o senador expressou solidariedade ao vereador, desejando pronta recuperação, e lamentou a morte do assessor Allysson Diego, que “pagou com a própria vida por estar ao lado de alguém que não se cala diante do crime”.
Para o senador, o ataque, que utilizou um fuzil calibre 5.56, uma “arma de guerra”, revela o “nível de ousadia e o poder de fogo” de organizações que ele define como “facções narcoterroristas”.
“Não estamos falando de simples quadrilhas. Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados”, afirmou.
Flávio Bolsonaro defendeu a classificação urgente dessas organizações como terroristas. “Enquanto o Estado insistir em tratá-las como um problema comum de segurança pública, elas continuarão agindo como exércitos paralelos, intimidando, aterrorizando e assassinando quem ousa enfrentá-las”, concluiu.
Leia posicionamento de Flávio Bolsonaro na íntegra:
“O atentado contra o vereador Cabo Deyvison, em Mossoró, é um choque, mas infelizmente não chega a ser uma surpresa. No Brasil de hoje, quem enfrenta facções narcoterroristas se torna alvo.
Minha solidariedade ao Cabo Deyvison, a quem desejo uma pronta e plena recuperação. Minha solidariedade também aos amigos e familiares do assessor Allysson Diego, que pagou com a própria vida por estar ao lado de alguém que não se cala diante do crime.
Isso não é criminalidade comum. Isso é terrorismo.
O uso de um fuzil calibre 5.56, uma arma de guerra, em plena luz do dia, revela o nível de ousadia e o poder de fogo dessas organizações. Não estamos falando de simples quadrilhas. Estamos falando de facções que operam com estrutura militar, dominam territórios e executam ataques planejados.
É por isso que a classificação dessas organizações como terroristas é uma necessidade urgente. Enquanto o Estado insistir em tratá-las como um problema comum de segurança pública, elas continuarão agindo como exércitos paralelos, intimidando, aterrorizando e assassinando quem ousa enfrentá-las.”

