A Fifa implementou o uso de patches personalizados nas camisas de jogadores da Copa do Mundo 2026, divididos em cinco categorias.
Os selos que estampam as mangas dos uniformes usados pelos atletas são: Estreante, Bola de Ouro, Chuteira de Ouro, Luva de Ouro e Legado.
Quem disputa o mundial pela primeira vez, como o brasileiro Endrick, recebe a estampa de Estreante (Debut, em inglês). Dos patches lançados pela Fifa, esse é o mais comum —segundo a entidade, 891 jogadores devem estrear no torneio em 2026.
É a primeira vez que a Copa tem a participação de 48 seleções. Isso explica, em parte, o número de novos atletas atuando na competição.
Já os outros quatro tipos de selos são mais seletos e estão presentes nas camisas de nomes já consagrados do futebol mundial. Messi e Modric, por exemplo, são os únicos jogadores neste mundial que exibem o patch com a Bola de Ouro.
O argentino é o maior ganhador do prêmio, que elege o melhor jogador da temporada —nada menos que oito. O meia croata também foi premiado, em 2018.
Artilheiros de edições passadas da Copa do Mundo também podem ser reconhecidos em campo com a estampa da Chuteira de Ouro. São os casos do francês Kylian Mbappé (2022), do inglês Harry Kane (2018) e do colombiano James Rodríguez (2014).
Mbappé marcou duas vezes na vitória da França por 3 a 1 sobre o Senegal, na partida de estreia do Grupo I, na quarta-feira (16). Um dia depois, Kane igualou o feito e embalou a vitória dos ingleses diante da Croácia, por 4 a 2, válida pelo grupo L.
O argentino Dibu Martínez, melhor goleiro da Copa do Qatar, em 2022, e o belga Courtois, melhor do Mundial de 2018, na Rússia, exibem na manga dos uniformes o selo da Luva de Ouro.
O alemão Neuer também foi premiado nessa categoria (2014). No entanto, ele exibe outro patch na camisa, destinado a quem atuou em cinco mundiais da Fifa.
Assim como o guarda-redes alemão, outros quatro jogadores receberam a estampa de Legado (Legacy, em inglês) nas camisas: Cristiano Ronaldo, Messi, Nagatomo e Modric.
Os goleiros Ochoa e Muslera, de México e Uruguai, respectivamente, foram convocados seis e cinco vezes. No entanto, como entraram em campo em apenas três edições de Copas, não podem usar o patch nos uniformes.

