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Carolina Dieckmmann revela que traição agravou doença de Preta Gil: “Porrada maior que o câncer”

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A situação fez com que Gominho tomasse a decisão de deixar Salvador e se mudar temporariamente para a casa da amiga. A intenção era estar ao lado de Preta durante as sessões de quimioterapia e ajudá-la diante da ausência do então marido

Carolina Dieckmmann relembrou um dos períodos mais delicados vividos por Preta Gil durante o tratamento contra o câncer. A atriz participou do documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, exibido pela TV Globo nesta segunda-feira (20/7), e destacou o impacto emocional provocado pelo fim do casamento da cantora com Rodrigo Godoy, marcado por uma traição.

Para Carolina, a descoberta da infidelidade ocorreu em um momento especialmente difícil e acabou agravando ainda mais o sofrimento enfrentado por Preta. “A doença da Preta teve um agravante muito grande, que eu nem consigo te dizer o tamanho, que foi vir junto com o fim do casamento do jeito que foi. Eu acho que, naquele momento, foi uma porrada maior que o câncer”, afirmou a atriz de 47 anos. “Você toma uma porrada de alguém que você não espera, de alguém com quem você dorme…”, complementou.

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Carolina Dieckmmann se emocionou na estreia do documentário “Quanto Mais Preta, Melhor”.Portal LeoDias

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Carolina Dieckmann em documentário sobre Preta GilFoto: Reprodução/GloboPlay

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Preta GilFoto: Reprodução/Instagram @pretagil

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Carolina Dieckmmann presta homenagem à Preta GilFoto/Instagram/@loracarola

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Carolina Dieckmmann abriu ãlbum de fotos após um mês da morte da melhor amiga, Preta GilReprodução: Instagram/@loracarola

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A cantora Preta GilReprodução: Instagram/@pretagil

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A cantora Preta Gil faleceu em julho de 2025Reprodução/Instagram

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Preta GilFoto: Reprodução/Instagram @judepaulla

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Preta GilFoto: Reprodução/Instagram @pretagil


A situação fez com que Gominho tomasse a decisão de deixar Salvador e se mudar temporariamente para a casa da amiga. A intenção era estar ao lado de Preta durante as sessões de quimioterapia e ajudá-la diante da ausência do então marido. “Era o ex-marido traindo e ela fazendo quimioterapia. Aí eu falei: ‘Não, gente, eu não tenho condição, eu vou para lá’. A gente já foi com essa intenção de estar como sempre esteve com ela. Organizando a vida dela, ela organizando a nossa. A gente sempre viveu assim”.

Ao chegar à residência da cantora, Gominho percebeu que Rodrigo Godoy não estava acompanhando o tratamento. Diante disso, decidiu permanecer ao lado da amiga. “Por isso que eu saí lá de Salvador e vim para ficar com ela na época da quimio. Quando eu cheguei, eu vi que o Rodrigo não estava presente. Todo mundo vivendo as suas vidas. E vendo ele não presente, e conhecendo ela como eu conheço, eu nem pensei duas vezes. Ela não suportava estar sozinha. Não tinha essa coisa de: ‘Ah, meu amor, fico sozinha’. Não tinha isso”, concluiu.

O documentário também mostrou a emoção de Gilberto Gil ao falar sobre a perda da filha, que morreu aos 50 anos, em 2025. O cantor revelou que ainda convive diariamente com a saudade. “Minha menina foi embora. Tenho muita saudade dela. Penso nela o tempo todo. Tem um retratinho dela ao meu lado com três, quatro anos de idade. E esse retrato fica ali na minha escrivaninha. Todo dia, passo, olho. Toda vez que sento para escrever, fazer alguma coisa, olho para aquele retrato.”

A vida amorosa de Preta Gil também foi lembrada na produção. O Kannalha falou sobre a relação que teve com a cantora e contou que um dos momentos de felicidade para ele era cuidar da alimentação dela. “Minha felicidade era de fazer ela comer”, contou o artista. Em seguida, também fez um comentário sobre a personalidade de Preta: “Preta fez 50, mas era danada demais. Ela era quente, se tratando do assunto, ave maria.”

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