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A musa do novo feminismo

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Redação Tribuna do Norte




00h14

Sophie Cunningham é uma estrela da WNBA do time Indiana Fever na WNBA, a liga de basquete feminina nos EUA. Ela tem se posicionado firme na defesa do esporte das mulheres e combatido a presença de “mulheres trans” (homens biológicos) nas equipes. Na imprensa americana e nas redes sociais, a jogadora enfatizou que é “bom senso” proteger as meninas e mulheres de competirem contra homens que se identificam como mulheres.

Diz ela: “Quero proteger as jovens no vestiário e no esporte, que não deveriam ter de competir contra homens biológicos. Ela invoca o Title IX, a lei dos EUA que impulsionou a participação feminina no esporte, e reforça que a biologia, força, velocidade e vantagens físicas desenvolvidas ao longo da vida, não podem ser apagadas por tratamentos hormonais de curto prazo.

A discussão ganhou novo fôlego quando West Wilson, amigo de infância de Sophie e coapresentador de um podcast, entrou no jogo: “A direita convenceu grande parcela da população de que atletas transgêneros são ameaças aos esportes, quando, matematicamente, isso não é verdade de forma alguma”.

A declaração de Wilson provocou forte reação nas redes sociais. Milhares de internautas argumentam que o debate não se resume a estatísticas ou proporções populacionais. Mesmo que o número de atletas trans masculinos competindo em categorias femininas seja relativamente pequeno, um único caso já representa injustiça para as mulheres afetadas.

Perder oportunidades, bolsas de estudo, títulos ou simplesmente a sensação de segurança no vestiário não é uma questão de “matemática insignificante”, dizem os críticos ao posicionamento de Wilson nas redes, em tom direto.

E eles têm razão. Não importa se são 10 ou 10 mil; um homem invadindo o espaço feminino já é demais. Lembrem-se que a privacidade e dignidade das mulheres, que são mais de 50% da população, não podem ser sacrificadas.

Tanto Sophie, quanto qualquer mulher, não quer trocar de roupa ou tomar banho na frente de um homem biológico, e ignorar isso é desconsiderar a experiência feminina. Pior é o feminismo de esquerda não apoiar as mulheres.

A NCAA, associação dos esportes universitários nos EUA, já proibiu atletas do sexo masculino de competirem em equipes femininas, alinhando-se a essa visão majoritária. Os apoiadores de Sophie destacam pontos biológicos.

E estes pontos são inegáveis: homens, em média, possuem maior massa muscular, densidade óssea, capacidade pulmonar e níveis de testosterona que conferem vantagens persistentes.

Além disso, há relatos de desconforto em vestiários e banheiros, espaços historicamente separados por sexo para proteção e privacidade. “Não é ódio, é realidade biológica e bom senso”, afirma a agora ativista Sophie Cunningham.

Críticos menos radicais sugerem que a solução justa seria criar categorias ou ligas específicas para atletas trans, em vez de impor sua inclusão nas femininas. A insistência militante tem como objetivo ideologizar o foco.

Quanto ao argumento matemático do amigo da jogadora, cabe a pergunta: se eu matar uma pessoa, é matematicamente insignificante, isso torna aceitável o meu crime? As redes fervilham e o debate nos revela uma tensão cultural.

Há questões mais amplas: saúde mental, o papel da medicina e a proteção de crianças e adolescentes. Encorajar cirurgias irreversíveis em menores é problemático, e o esporte deve priorizar a equidade baseada no sexo biológico.

A defesa intransigente da conquista histórica das mulheres não deve ceder espaço para uma pauta de inclusão e de identidade inventada com surtos. Homens não devem competir em esportes femininos. E ponto final.

Viva Milei!
O presidente argentino bateu na ferida ao responder à acusação de agressão a Lula e Xandão. Lembrou que quem interveio na eleição do seu país foi Lula e o PT, até com visita à presa Cristina Kirchner enquanto ele não viu Bolsonaro.

Emendas
Só elas, as emendas parlamentares, concorrem em poder de influência às bets. Com dinheirama similar, as emendas são tão fortes que até vereador sustenta pseudo fundações e bibliotecas de parentes pelo interior do Brasil.

Canalhismo
Um dos militontos mais nojentos, o pernambucano Jones Manoel, disse que defende “todas as formas de resistência do terrorismo palestino e que não é sommelier de resistência”, após ver o vídeo de uma israelense estuprada.

Tráfico
Não é novidade a prática política da esquerda dialogando com o crime. Agora mesmo, em Mossoró, um vereador vermelho acaba de ser condenado por tráfico internacional de drogas. Será isso a afamada internacional socialista?

Meninas
Há dois anos, denunciei aqui a exposição de meninas abaixo dos 14 anos em poses eróticas nas principais redes sociais, tendo inclusive recebido resposta do Tik Tok. A coisa piorou no Instagram e não se vê nenhuma providência.

Alá Woke
A militância de Pindorama deu nova dimensão à paixão pela seleção da Espanha, após a final da Copa. Os motivos são as imagens dos jogadores Ferran e Llorente num love affair e Yamal abanando uma bandeira palestina.

Educação
Do bispo Dom Adair: “Essa educação que estamos vendo por aí, inclusive os parâmetros governamentais, não sei se chega a 10% de eficiência. Isso não é ciência, é militância. Paulo Freire & Cia é a água que se bebe na educação”.

João Pessoa
De um natalense durante fim de semana de Copa do Mundo na capital vizinha: “Aqui todos os restaurantes com fila de espera gigante, vários espaços para assistir aos jogos. No 3º andar de um shopping vi 5 telões em locais distintos”.

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