– Eu diria que agora temos quatro tempos. São três minutos para falar com os jogadores. Mas é assim que é, temos que seguir. Tudo o que você tem em mente para o jogo pode mudar nesses 22, 23 minutos (até a pausa). Para quem quer atacar, é um tempo para fazer ajustes, mas é estranho se adaptar. Se isso continuar, imagino que logo será algo normal, mas hoje não é normal – afirmou o técnico da Argentina, Lionel Scaloni, nesta semana.

